Os wearables começam a virar realidade no Brasil

História dos dispositivos wearables

Algumas empresas iniciaram os primeiros testes em campo dos seus produtos vestíveis (wearables).

A Visa em parceria com a Swatch, realizaram uma ação promocional durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro com relógios utilizando a tecnologia Near Field Communication (NFC).

Mesmo sem muito alarde, o Banco do Brasil também iniciou neste mês de setembro, a venda de pulseiras de silicone que funcionarão como um complemento ao cartão de crédito ou débito do Banco.

As operações serão realizadas por meio de um chip localizado na parte interna da pulseira e quem opera toda a transação é o lojista.

O principal objetivo da tecnologia embarcada em vestíveis é oferecer maior praticidade, conveniência e em casos de crianças, segurança.

Para se ter uma ideia do potencial deste mercado, só no segundo trimestre de 2017, o mercado mundial de wearables cresceu 10,3%* em relação ao mesmo período do ano passado.

Mesmo que grande parcela ainda seja dominada pelos smartwatches (60,9%), as possibilidades de implementações dos mais variados tipos de vestíveis e para objetivos diversos são infinitas.

Outra pesquisa** também aponta que metade das empresas de manufatura planejam adotar os wearables até 2022. Ou seja, fábricas conectadas e inteligentes crescerão significativamente nos próximos cinco anos.

Atualmente, 62% das fábricas usam papel para controlar processos essenciais de manufatura.

Mesmo que ainda estão resumidos a determinados nichos, vários projetos também relacionados à saúde como a detecção precoce de doenças são promissores.

*Fonte: Worldwide Quarterly Wearable Decive Tracker
**Fonte: Zebra Technologies
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